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Inovação, tecnologia e talentos são chaves para aumentar competitividade
Inovação, tecnologia e talentos são chaves para aumentar competitividade
31/05/2021
Relatório elenca 15 recomendações para que o Brasil avance na Indústria 4.0

O chamado ITT (Triângulo de Prontidão para o Futuro), tem o objetivo de melhorar a competitividade produtiva do Brasil por meio da inovação, de tecnologia e talentos. Um relatório chamado “Apoiando a Prontidão do Brasil para o Futuro: um roteiro para a prontidão para Inovação, Tecnologia e Talentos”, produzido por iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), que reúne mais de 300 das principais lideranças de empresas brasileiras e multinacionais com atuação no país, apresenta 15 recomendações para que o Brasil cresça na indústria 4.0.

A publicação sugere medidas para ampliar tecnologias industriais, o desenvolvimento e retenção de profissionais qualificados, além da absorção e da utilização de novos modelos tecnológicos. “O objetivo dessas recomendações é auxiliar os tomadores de decisões na formulação e promoção de políticas e melhores práticas que promovam a competitividade baseada na inovação do Brasil em âmbito local, regional e global”, destaca o relatório.

O relatório foi coordenado pelo Instituto Portulans, que é um think tank sem fins lucrativos sediado nos Estados Unidos, cofundado pelos criadores do Índice Global de Inovação (IGI), do Índice Global de Talentos e Competitividade (em inglês GTCI, Global Talent and Competitiveness Index) e do Índice de Prontidão para Rede (NRI, Network Readiness Index).

De acordo com o estudo, o Brasil necessita de uma estrutura abrangente em termos de políticas que abordem simultaneamente os três componentes principais da competitividade: inovação, tecnologia e talentos. Com base em valores de referência de outros países, o documento ressalta a importância fundamental da inclusão significativa dos principais atores no campo da inovação – de empreendedores e pesquisadores a líderes do setor privado – nas decisões em termos de políticas que visam o futuro do país.

Rafael Escalona Reynoso, pesquisador chefe do Instituto Portulans, enfatiza que o Brasil está próximo de uma transformação capaz de garantir uma base internacional mais sólida, por meio de uma maior competitividade impulsionada pela inovação da indústria 4.0. “Uma revisão técnica de seus fundamentos de prontidão para o futuro sugere que a elaboração, a implementação oportuna e a gestão de iniciativas de políticas intersetoriais e holísticas que levem em conta aspectos de inovação, talentos, tecnologia e redesenho institucional são essenciais para que esse objetivo seja alcançado”, destaca.

De acordo com o documento, o desenvolvimento de talentos ocorrerá a partir de uma expansão de 35% no número de pesquisadores; a melhoria da infraestrutura de inovação por meio da expansão da cobertura 4G em pelo menos 11%; a proteção ambiental aprimorada, conforme medida por uma pontuação 10% maior no Índice de Proteção Ambiental, teria um efeito positivo na produção do Brasil.

Quando as alterações recomendadas são aplicadas em conjunto, o FREA (em inglês, Future Readiness Evaluation Approach) indica uma melhoria geral de três posições na classificação do FRI, movendo o Brasil da 44ª para a 41ª posição no índice.

Outros destaques pontuados no relatório dizem respeito ao desempenho do poder público na agenda de inovação e à qualidade do sistema financeiro. O documento indica que os governos desempenham um papel ativo no financiamento da ciência, tecnologia e inovação em algumas economias em desenvolvimento, mas que o percentual do governo brasileiro em GERD é quase 40% menor que praticamente metade da parte do índice referente aos demais países analisados.

Confira as recomendações do relatório divulgado no primeiro trimestre de 2021:

1. Estabelecer pontes sólidas entre os setores público e produtivo.
2. Focar e delinear políticas voltadas para missões específicas.
3. Elaborar políticas intersetoriais em vez de políticas de domínio único.
4. Identificar e coletar periodicamente dados que norteiam a elaboração de políticas voltadas para missões específicas.
5. Aumentar os gastos internos brutos em P&D.
6. Promover uma cultura de investimento em inovação por meio de mercados de capital de risco.
7. Promover o engajamento do setor privado em inovação 4.0 e empreendedorismo.
8. Promover uma cultura de propriedade intelectual baseada em diretrizes internacionais para criações intangíveis.
9. Formular uma estratégia de inovação que priorize talentos acima de tudo.
10. Adaptar-se a um cenário global de talentos que vem evoluindo rapidamente.
11. Liderar a inovação e a mudança tecnológica por meio do exemplo.
12. Expandir as fronteiras do desenvolvimento digital local como um requisito fundamental para a competitividade pública e privada.
13. Acelerar a elaboração da estrutura regulatória tecnológica.
14. Reduzir a burocracia e a corrupção em todos os níveis.
15. Promover vínculos regionais e o desenvolvimento de clusters.

Os desafios ainda são muitos para que o Brasil seja considerado uma potência em termos de inovação e tecnologia, mas a SAT Automação vem ampliando sua soluções com foco na indústria 4.0, apoiando a pesquisa e valorizando seus talentos.

Para conferir o relatório integral produzido pelo Instituto Portulans basta acessar https://portulansinstitute.org/wp-content/uploads/Apresentac%CC%A7cao-FRI-PortulansInstitute-PT_1209.pdf
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