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Indústria 2027: Riscos e oportunidades às micro e pequenas empresas brasileiras diante das inovações
Indústria 2027: Riscos e oportunidades às micro e pequenas empresas brasileiras diante das inovações
25/02/2021
O que você imagina que pode ser impactado na indústria nos próximos anos?


Se a sua resposta foi “tudo”, você acertou.

Um estudo desenvolvido pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e IEL (Instituto Euvaldo Lodi), em parceria com pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e UNICAMP (Universidade de Campinas), avalia de que modo as tecnologias vão influenciar a indústria nos próximos anos e ajuda a descobrir como o país pode crescer e se proteger de riscos a partir das inovações disruptivas. É o projeto Indústria 2027.


O projeto estuda como 8 grupos de tecnologia vão impactar 10 setores produtivos da economia, nos próximos 5 e 10 anos e o objetivo é estudar o investimento do país em inovação para o crescimento da indústria, como é o caso do emprego da tecnologia de inteligência artificial para otimizar a produção.


Conheça os 8 grupos de inovações que vão impactar a indústria e a sociedade nos próximos anos:
1- Internet da Coisas
2- Produção Inteligente
3- Inteligência Artificial
4- Tecnologia de redes
5- Biotecnologia
6- Nanotecnologia
7- Materiais avançados
8- Armazenamento de energia

Antes de chegarem ao cotidiano de toda sociedade, as 8 tecnologias analisadas pela Indústria 2027 vão transformar a dinâmica de 10 sistemas produtivos. Cada um deles tem seus respectivos focos setoriais, os quais serão impactados pelas tecnologias. O Indústria 2027 quer revelar, por exemplo, de que forma a Inteligência Artificial vai influenciar o setor Aeroespacial e como a Nanotecnologia vai impactar a Indústria de Fármacos.

Conheça, a seguir, os 10 setores produtivos que estão no alvo das tecnologias:

1. Agroindústria: “alimentos processados”
2. Insumos básicos: “Siderurgia”
3. Química: “Química verde”
4. Petróleo e gás: “E&P em Águas profundas”
5. Bens de capital: “Máquinas e implementos agrícolas, máquinas e ferramentas, motores e outros bens seriados, equipamentos de GTD”
6. Complexo automotivo: “Veículos leves”
7. Aeroespacial e defesa: “Aeronáutica”
8. TIC’S: “Sistemas de equipamentos de Telecom, Microeletrônica e software”
9. Farmacêutica: “Biofármacos”
10.Bens de consumo: “Têxtil e vestuário”

A pesquisa foi desenvolvida por 75 especialistas durante 14 meses, com 753 empresas industriais dos dez diferentes setores citados acima, e aponta os cinco direcionamentos necessários para avançar. São eles:

1. Envolvimento do mais alto nível do governo e metas compartilhadas com o setor privado.

Promoção do Governo das novas tecnologias para um ambiente de incentivo de redução de custos, ampliação de transparência e efetiva utilização da tecnologia.

2. Investimento na capacitação de pessoas e de empresas

Os profissionais precisam ser devidamente capacitados, para que consigam desenvolver melhores soluções. Segundo Paulo Sandres, consultor de serviços tecnológicos do Instituto SENAI de tecnologia Automação e Simulação: “A recomendação é o investimento em recursos humanos. Deve-se inserir o ensino de tecnologias digitais em todos os níveis de educação e reforçar redes de incubadoras e aceleradoras”.

3. Modernização e aumento da capacidade de resposta do Estado.

A forma de implementação das novas tecnologias precisará ser estudada para cada caso, entendendo qual a melhor ação para cada desenvolvimento.

O relatório destaca o papel das regulações e do poder de compra do Estado como indutor de desenvolvimento tecnológico, mas reforça que a difusão das tecnologias digitais depende do engajamento do setor privado.

4. Definição de estratégias, conforme estágios de desenvolvimento das empresas.

A orientação é definir estratégias corporativas diferenciadas para estimular a adoção das novas tecnologias. Além disso, a recomendação é implementar ações por meio de programas e instrumentos que caminham de acordo com as necessidades das organizações e com o monitoramento de resultados.

5. Implementação de ações por meio de programas e instrumentos coordenados.

As transformações se darão, principalmente, na produtividade e na competitividade do produto brasileiro caso essas expectativas se realizem. “Por isso, há a necessidade, além de regulações e mecanismos de fomento pró-inovação, de definição de estratégias diferenciadas e a implementação de programas e instrumentos coordenados”, relata Sandres.

E aí… Na sua indústria já existe algum desses direcionamentos integrados?

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