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A posição do Brasil rumo a industria 4.0
A posição do Brasil rumo a industria 4.0
08/11/2017
A Quarta Revolução Industrial já começou. Qual deve ser o papel do Estado daqui para frente? Quem não se adaptar às inovações e utilizá-las, o quanto antes, a seu favor corre o risco de perder competitividade até desaparecer.

Houve um tempo em que a revolução industrial incluiu a transição de métodos de produção artesanais para a produção por máquinas.

Essa primeira revolução ficou caracterizada por duas importantes invenções: a ciência descobriu a utilidade do carvão como fonte de energia, a partir daí desenvolveram-se simultaneamente a máquina à vapor e a locomotiva, que era uma máquina à vapor com o propósito de locomoção. Esse período coincide com a fase final do Absolutismo.

O cientista político e filósofo inglês Thomas Hobbes (autor de Leviatã, 1651) defendia a ideia de que os homens só podem viver em paz se concordarem em submeter-se a um poder absoluto e centralizado.

Este soberano, deveria ser o Leviatã, uma autoridade inquestionável. Hobbes argumentou que o papel era proteger as pessoas da morte, da destruição ou da violência.

Mais tarde, os liberais diziam que o Estado tinha que garantir a liberdade das pessoas. Um dos líderes da doutrina filosófica conhecida como empirismo e um dos ideólogos do liberalismo e iluminismo, John Locke, afirmou que a busca do conhecimento deveria ocorrer por meio de experiências e não por deduções ou especulações.

Os progressos nesse período envolveram uma série de desenvolvimentos da indústria química, elétrica, de petróleo e de aço.

Depois veio a resposta socialista: o Estado deveria providenciar o bem-estar das pessoas. Americanos e ingleses contestaram essa tese, para os quais o Estado havia ficado grande demais. Já que quanto maior o seu tamanho, mais indisciplinado ele fica. Presta serviços cada vez piores a população, até entrar em colapso sob o próprio peso.

Entre a crise de 1929 e o final da Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos mudaram de opinião, o Presidente Franklin Delano Roosevelt implementou o New Deal e tirou o país da crise de forma espetacular.

Depois da Segunda Guerra Mundial, o Reino Unido mudou de opinião e criou o mais importante serviço de saúde pública do mundo.

É aí que entra a Quarta Revolução. As atribuições do Estado precisam ser aprimoradas no sentido de usar a tecnologia para melhorar a qualidade da prestação de serviços, principalmente, de saúde e educação.

O livro A Quarta Revolução – A Corrida Global para Reinventar o Estado, escrito pelo jornalista e historiador Adrian Wooldridge, em parceria com o jornalista John Mickletwait retrata o modelo de governo burocrático e inchado que criou frustrações e que precisa ser repensado.

Adrian recorda que no século XIX, houve um salto de produtividade graças ao uso de máquinas que substituíram trabalhos feitos a mão, com a Revolução Industrial e Agrícola.

Segundo ele, -agora temos as bases de uma nova revolução com as máquinas inteligentes. Os computadores tendem a ser intensivos no uso de informações e de mão de obra. A produtividade na prestação de serviços pode crescer muito- afirma.

Woolddridge cita exemplos na área da saúde e educação, com máquinas inteligentes: -Com sua inteligência artificial, na saúde – que é um serviço muito caro - os computadores poderão fazer esse serviço a distância, com o monitoramento de idosos em casa por meio de câmeras e do controle remoto de procedimentos. Será possível assistir a representações em 3D de palestras em Universidades. Professores serão capazes de ensinar através de hologramas. Alunos de medicina começaram a usar hologramas e outras tecnologias para aprender técnicas cirúrgicas-conclui.

O Brasil está atrasado rumo à indústria 4.0 e apenas 1% das empresas conseguem concorrer no mercado global.

A crise econômica e a incerteza política são obstáculos imensos para os investimentos em modernização.

É preciso planejar, organizar e mobilizar a sociedade para um projeto de desenvolvimento a longo prazo, como fizeram a Coreia do Sul, a China e os países do Norte da Europa, que saíram de uma situação subordinada na década de 1970 para serem as locomotivas do desenvolvimento mundial.
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