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Conheça o drone ambulância que pode salvar vítimas de infarto
Conheça o drone ambulância que pode salvar vítimas de infarto
10/08/2015
Alec Momont, da Delft University of Technology, aproveitou as incontáveis funcionalidades dos drones e realizou um projeto incrível. Sem operação manual e com navegação autônoma, o engenheiro criou uma mini ambulância voadora capaz de entregar desfibrilador onde quer que seja a ocorrência. Mais impressionante: essa rede de drones da saúde pode aumentar em até dez vezes, a chance de sobrevivência de uma vítima de parada cardíaca.

Com os drones trabalhando em sintonia com serviços de emergência, as chances de salvamento passam de 8% para 80%. Quando recebem uma chamada relacionada a problemas no coração, o aparelho se prepara para entregar o desfibrilador no local da ocorrência. A nave não tripulada só é capaz de encontrar o endereço por meio dos sinais liberados pelo celular que realizou a ligação.

Além disso, uma conexão de livestream é capaz de situar a equipe médica que ainda não chegou ao local para instruir as pessoas que estiverem na cena. O drone-ambulância pode voar a 100 km/h e carregar até quatro quilos de bagagem.

-É essencial que as pessoas tenham o tratamento médico necessário nos primeiros dez minutos- diz Alec Momont. -Se nós conseguirmos chegar ao local da emergência antes, poderemos salvar mais vidas e facilitar a recuperação de muitos pacientes. Isso está estritamente relacionado aos casos de problemas cardíacos, afogamentos, e falhas respiratórias- conta o engenheiro.

Webcam e Desfibrilador

Momont acredita que um design diferenciado e compacto pode ser muito útil na hora de carregar um kit médico básico. O primeiro protótipo foi feito para transportar um desfibrilador, mas a ideia é expandir esse espaço. -Mais de 800 mil pessoas sofrem de ataque cardíaco por ano nos Estados Unidos e apenas 8% sobrevivem. Essa ambulância pode levar o material necessário voando em uma velocidade de 12 km/min. O tempo de resposta vai aumentar de 8% para 80%- conta o autor.

Nesse processo, a webcam é vista como um auxiliador muito importante. O canal de comunicação entre os operadores de emergência e as pessoas que vão aplicar o tratamento tem que ser ótimo. -Normalmente, apenas 20% das pessoas conseguem fazer o processo corretamente. Isso pode subir para 90% se tiverem as instruções corretas- afirma Momont.
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